quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Semana Criativa - 23 de setembro - Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças



O Projeto Força Feminina – #Rede Oblata está desenvolvendo uma semana de reflexão sobre Exploração Sexual e Tráfico de Mulheres fazendo alusão ao dia 23 de setembro, data, em que as organizações sociais lutam para o combate à prática.

Na Semana Criativa os temas são dirimidos nas atividades já existentes, mas conta com o apoio de parceiros da Rede Socioassistencial e voluntários, eles, tornam os momentos ainda mais produtivos.



Contextualizando...

O Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças surgiu a partir da promulgação da Lei Palácios, há 95 anos, exatamente no dia 23 de setembro de 1913, na Argentina. A lei foi criada para punir quem promovesse ou facilitasse a prostituição e corrupção de menores de idade e inspirou outros países a protegerem sua população, sobretudo mulheres e crianças, contra a exploração sexual e o tráfico de pessoas. Assim, guiado pelo exemplo argentino, no dia 23 de setembro de 1999, os países participantes da Conferência Mundial de Coligação contra o Tráfico de Mulheres escolheram a data como o Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

Inscrição aberta!


Você não pode perder!


quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Seminário Mulheres em movimento#

  • A Rede Oblata Brasil - Unidade Força Feminina - desenvolve o Projeto de Defesa e Garantia de Direitos – Sensibilização Social, pelo qual busca ampliar o conhecimento público sobre a realidade das mulheres em contextos de prostituição, além de fortalecer a rede de atendimento socioassistencial em prol das mulheres.

    Em setembro, promoverá o Seminário Mulheres em Movimento: gênero, etnia e violação de direitos, que abordará os seguintes temas:

    - Sexo, Trabalho, Direito e Reconhecimento.
    Palestrante: Bárbara Lobo - Jurista

    - Racismo, aborto e atenção à saúde: uma perspectiva interseccional.
    Palestrante: Emanuelle Freitas Góes – ISC/UFBA

    - Gênero, Racismo e Classe: Mulheres em movimento rompendo subordinações.
    Palestrante: Maria Inês UFBA

    - Saúde mental da Mulher negra.
    Palestrante: Jeane Tavares UFBA


    - Rede Dandaras
    Palestrante: Itana Sara

  • Evento #gratuito 


    Local: Museu de Arte da Bahia
    Av. Sete de Setembro 2340. Corredor da Vitória, Salvador

    Horário: 9h às 12h30 | 13h30 às 17h30


    Apoio: Museu de Arte da Bahia/Governo do Estado da Bahia

    Inscrições: http://bit.ly/seminariomulheresemmovimento

    Mais informações: 
    pffeminina@oblatas.org.br
    https://projetoforcafeminina.blogspot.com

    (71) 3322-5432
    (71) 9 8758-4875 (WhatsApp)

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Projeto Força Feminina no Grito dos Excluídos



Nem a forte chuva dispersou as pessoas que “gritam” por um mundo melhor, mais justo e humano, assim ocorreu, na manhã do último dia 07/09 o Grito dos Excluídos 2018 com o tema “Desigualdade gera violência, basta de privilégios”.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.

O Projeto Força Feminina, #redeoblata, não poderia ficar de fora dessa luta e “gritar” pelas mulheres que exercem prostituição, pelos seus direitos que diariamente são violados, pelo enfrentamento à violência...





A nossa Força é Feminina!!!

terça-feira, 4 de setembro de 2018

SEMANA CRIATIVA - GRITO DOS EXCLUÍDOS 2018


Mais um ano de luta e de dar visibilidade às mulheres que exercem a prostituição para que seu grito seja ecoado nessa sociedade ainda cheia de preconceitos.

O Projeto Força Feminina #redeoblatabrasil desenvolve a Semana Criativa em preparação ao Grito dos Excluídos que esse ano traz o tema: "DESIGUALDADE GERA VIOLÊNCIA: BASTA DE PRIVILÉGIO" . O objetivo desta semana é através de oficinas e participações de parceiros refletir sobre o tema e produzir materiais que possa contribuir para a visibilidade no dia do grito. 





Semana do #Voluntariado na #redeoblatabrasil

#Gratidão e muitas #bênçãos à nossa #voluntária Vania Sotero de Menezes!
Natural de Aracaju/SE
Formação: Pedagoga e Psicóloga
"Ser voluntária é uma condição plena de felicidade pela oportunidade que tenho de colocar os dons e talentos, que Deus me deu, à disposição dos meus irmãos e irmãs, retribuindo um pouco do muito que Ele me concede diariamente pela sua infinita bondade e misericórdia."

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

As algemas do relacionamento abusivo - Cirandas Parceiras



Com o tema “As algemas do relacionamento abusivo” ocorreu mais um Ciranda Parceira idealizado pelo Projeto Força Feminina - Rede Oblata, mediado por Laina Crisostómo, ela afirma: “Sou mulher, negra, mãe, feminista, advogada feminista, fundadora e presidenta da ONG TamoJuntas.”

Laina trouxe as percepções para identificar um relacionamento abusivo, além de avanços nas leis brasileiras para o enfrentamento a violência contra a mulher, um exemplo, a Lei Maria da Penha. 




Devido ao número de inscrições o evento teve que mudar de local, ocorrendo no Casarão da Diversidade – Pelourinho.

O Casarão é uma iniciativa do Governo do Estado, através Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, em parceria com um conjunto de organizações da Rede de Enfrentamento à Violência contra LGBT, além de vários setores da rede socioassistenciais, como: o NETP. 


O evento contou com a participação de estudantes, parceiros e mulheres atendidas. 




terça-feira, 14 de agosto de 2018

Mudança de Local!


DEVIDO AO NÚMERO DE INSCRIÇÕES O EVENTO OCORRERÁ NO CASARÃO DA DIVERSIDADE 
 Rua Saldanha da Gama Pelourinho.

Maiores informações: 3322-5432 / 986820868 (zap)

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Parabéns à Pastoral da Mulher de Juazeiro - 40 anos de luta


"À luz da solidariedade para com as mulheres que exercem a prostituição, a base de nossa atuação segue uma perspectiva libertadora. Fundamenta-se no respeito à diversidade racial, cultural, sexual e na singularidade das histórias de vida da mulher que se prostitui."

Acesse o blog: http://unidadeoblatajuazeiro.blogspot.com/p/o-projeto.html

Brasil tem 6 casos de estupro e 25 de violência doméstica por hora


O Brasil registrou 60.018 estupros (6 casos por hora) e 221.238 crimes enquadrados na Lei Maria da Penha (25 casos por hora) ao longo de 2017. O número de estupros representa um crescimento de 8,4% em relação a 2016, mas não é possível saber a variação relativa aos casos de violência doméstica, já que este é o primeiro ano que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública coletou dos Estados dados dessa natureza.
Especialistas do Fórum acreditam que ambos os casos estejam subdimensionados dada a dificuldade de registro na polícia desses crimes. Ainda assim, a quantidade é considerada alarmante e pede a implementação de políticas específicas, como treinamento adequado de policiais em delegacias especializadas. “É um dos piores dados no que diz respeito à qualidade, por causa da subnotificação, e isso ocorre não só no Brasil. A mulher tem medo, tem vergonha”, diz a diretora executiva do Fórum, Samira Bueno. 
Ela lembra que a Pesquisa Nacional de Vitimização, de 2012, estimava que entre 7,5% e 10% desses crimes chegavam a ser denunciados em delegacia. “Então, 60 mil é pouco? A situação é muito pior do que parece.”
Feminicídios
Nos 12 meses do ano passado, foram registrados 4.539 homicídios de mulheres (alta de 6,1% em relação a 2016), dos quais 1.133 foram considerados feminicídio pela polícia. A lei prevê que, quando o crime ocorrer em uma situação de violência doméstica e familiar ou por menosprezo ou discriminação à condição de mulher, deve ser registrado como feminicídio, o que pode aumentar a pena final do criminoso condenado pela Justiça em até um terço do tempo.
O Fórum acredita que o número de feminicídios registrados poderia ser ainda maior. A diferença, afirma, se dá em razão do pouco tempo da lei implementada - data de 2015 - e de dificuldades da polícia em reconhecer as situações de vulnerabilidade da mulher.
O diretor-presidente do Fórum, o sociólogo Renato Sérgio de Lima, lembrou do caso recente registrado em Guarapuava, no interior do Paraná, cuja acusação aponta que o professor Luis Carlos Manvailer foi o responsável por atirar a advogada Tatiane Spitzner da sacada do apartamento do casal, matando-a na hora. “A violência doméstica precisa ser reconhecida como um problema público. As câmeras estavam lá para monitorar o motoboy que entrega a pizza, mas não para intervir em casos como esse?”
A defesa de Manvailer nega o crime. Ele está preso aguardando o andamento do processo, que poderá levá-lo a júri popular.
Fonte: Estadão

quarta-feira, 8 de agosto de 2018


Mais um caso de feminícidio #BASTA

Jovem é encontrada morta dentro de casa em Lauro de Freitas; namorado é suspeito

Uma jovem foi encontrada morta na casa onde vivia, na tarde desta terça-feira (07), no município de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador (RMS). Segundo informações da Polícia Civil, a vítima, identificada como Michele da Hora de Melo, de 23 anos, estava com uma corda amarrada no pescoço e tinha marcas de golpe de faca pelo corpo. Ainda não se sabe a causa da morte, no entanto, o namorado dela, um adolescente de 17 anos, é o principal suspeito do crime.
O corpo da vítima foi encontrado por familiares, que foram na casa dela durante a tarde. O suspeito, então, teria dito que Michele se matou, contudo, ele foi visto lavando uma faca. Após o crime, ele fugiu da residência e está sendo procurando.
Conforme a polícia, os familiares da jovem contaram que ela e o namorado, que é da cidade de Serrinha, também interior da Bahia, iniciaram o relacionamento pela internet e moravam juntos há dois meses. Ainda de acordo com a família de Michele, as brigas entre o casal eram constantes.
O corpo da jovem foi encaminhado para o Instituto Médio Legal (IML) de Salvador, onde será periciado. O caso está sendo investigado pela 27ª Delegacia Territorial (DT) de Itinga, em Lauro de Freitas. O pai e a irmã da vítima foram levados para a unidade para prestar depoimento.
Fonte: Redação VN

Discurso de ódio na internet tem mulheres negras como principal alvo

Um estudo recém-concluído mostra que as mulheres negras são o principal alvo de comentários depreciativos nas redes sociais. Os dados estão na tese de doutorado defendida na Universidade de Southampton, na Inglaterra, pelo pesquisador brasileiro e PHD em Sociologia Luiz Valério Trindade. Ele analisou mais de 109 páginas de Facebook e 16 mil perfis de usuários.
O levantamento também incluiu 224 artigos jornalísticos que abordaram dezenas de casos de racismo nas redes sociais brasileiras entre 2012 e 2016. Luiz Valério constatou que 65% dos usuários que disseminam intolerância racial são homens na faixa de 20 e 25 anos. Já 81% das vítimas de discurso depreciativo nas redes sociais são mulheres negras entre 20 e 35 anos.
De acordo com Luiz Valério, as mulheres negras causam muito incômodo em um modelo de construção social machista e racista. As principais vítimas de agressões nas redes são médicas, jornalistas, advogadas e engenheiras negras.
“A partir do momento em que essas mulheres negras ascendem socialmente, adquirem maior escolaridade, elas se engajam em profissões de maior visibilidade e maior qualificação. Isso entra em choque com aquele modelo que diz que a mulher negra tem que estar associada ou engajada em atividades subservientes e de baixa qualificação”, afirmou o pesquisador.
Combate à violência
Luiz Valério chama a atenção para a importância do Poder Público e das empresas que administram as redes sociais de combater a violência contra as mulheres negras na internet. O pesquisador, que é negro, defende o aprimoramento das políticas de privacidade das redes sociais, com mais punição para usuários que disseminam discurso de ódio.
“Elas não estão protegidas por trás da tela do computador da forma como elas imaginam. As escolas de ensino médio e fundamental precisam preparar os jovens para que, na sua vida adulta, não repliquem esse tipo de comportamento”,
A agressão pelas redes têm o potencial de se transformar em violência verbal e física fora do mundo virtual. A blogueira maranhense Charô Nunes já vivenciou essa situação e hoje, radicada em São Paulo, coordena o Blogueiras Negras, plataforma colaborativa de publicação de textos de mulheres negras de todo o país.

Fonte: A Tarde

sexta-feira, 27 de julho de 2018

sexta-feira, 20 de julho de 2018

“Relacionamento Abusivo” Já pensou se fosse com você?

“Após fim de relacionamento abusivo, mulher luta para superar e seguir em frente” – Jornal Notícias do Dia

“Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos?” – Revista Super Interessante

“Violência moral causa traumas em vítimas de relacionamentos abusivos” – Jornal O Globo

“60% das mulheres já sofreram em relacionamentos abusivos no país” – Revista Nova Cosmopolitan


Olha só quantas notícias são divulgadas todos os dias sobre o sofrimento de tantas mulheres que não sabem o que fazer para sair de um relacionamento abusivo, mulheres que se sentem humilhadas, subjugadas, carentes, com medo de contar até para os próprios familiares o que sofrem devido ao julgamento. 
                                                                                                                   
Estar neste lugar com certeza não deve ser fácil, ninguém inicia um relacionamento para sofrer, pois se relacionar é saber que pode contar com um cúmplice, um amante e um amigo. Porém, nem sempre a história termina assim, muitas vezes a mulher encontra naquele que deveria ser seu companheiro, um inimigo. Pensar nisso é vital para a nossa sociedade, índices de depressão e ansiedade, compulsão alimentar, entre outros transtornos de saúde, queixas de agressões até chegar ao feminicídio crescem cada dia mais e afeta a todos os envolvidos, a própria mulher, os filhos, a família... Todos perdem.

E você, já pensou o que faria se estivesse em um relacionamento abusivo? Será que teria a coragem de contar para alguém e buscar ajuda?

Em 15 de agosto,
Laina Crisóstomo, advogada feminista, ativista pelo direito das mulheres e presidenta do Tamo Juntas, estará facilitando uma palestra com este tema no Encontro de Cirandas Parceiras, na sede do Força Feminina, compareça e venha dialogar na busca por soluções para as problemáticas que agridem a todos.
                         
Inscrições do Cirandas Parceiras "Relacionamento Abusivo"  pelo Sympla: 
https://www.sympla.com.br/cirandas-parceiras-relacionamento-abusivo__306446

Manchetes dos sites:

Um Viva às Mulheres Guerreiras!


O Força Feminina, unidade Oblata em Salvador, celebrou as aniversariantes de maio e junho com o tema Mulheres Guerreiras. As mulheres puderam refletir sobre a força da mulher, suas conquistas, suas lutas, que são diárias e muitas vezes, invisíveis, o sofrimento de uma mãe que não tem com quem deixar o filho, as lutas das mulheres que não se intimidam em trabalhar em postos de trabalho culturalmente vistos como masculinos... Mulheres guerreiras são todas as mulheres, pois as lutas do cotidiano contra o patriarcado, contra o machismo, contra as desigualdades sociais, contra os preconceitos são imensas, e continuar refletindo sobre as vitorias já alcançadas ajuda a fortalecer a caminhada na luta por equidade, por justiça social e por mais respeito.
A arte sempre é uma boa forma de fazer pensar... A reflexão do dia foi feita a partir das paródias de músicas que enalteciam as qualidades e a força das mulheres.
O momento de descontração ficou por conta de um karaokê, no qual as mulheres cantaram músicas de suas preferências. Inicialmente, as mulheres ficaram tímidas, mas depois elas se sentiram à vontade para participar. Os parabéns foram cantados às aniversariantes participantes e o bolo foi partilhado.

Esse foi mais um dia... Alegrias, lutas e vitórias andam juntas! Parabéns às aniversariantes e às mulheres guerreiras!


quinta-feira, 19 de julho de 2018

Relacionamento Abusivo



O relacionamento abusivo caracteriza-se como uma forma de violência psicológica no qual, em sua grande maioria, há uma dificuldade da pessoa agredida reconhecer tal tipo de violência, em especial quando existe a “naturalização” da agressão. Para muitas pessoas, violência só é caracterizada quando há agressões físicas, desconsiderando outras formas de violência como a verbal e psicológica. Para além disso, é importante apontar que os relacionamentos abusivos não só podem ocorrer em âmbito conjugal, mas em todos os contextos como na escola (professor X aluno), nas organizações (empregador X empregado), na família( pais X filhos), ou (filhos X pais)  e também com amizades.



Na maioria das vezes é difícil identificar uma situação abusiva, pelos simples fato da mesma ocorrer de forma velada e sútil, sendo um dos indicativos, por exemplo, a forma desconfortável como você se sente em relação a tal pessoa ou a tal situação. A relação de poder e submissão são caracterizadas quando há entre a vítima e o agressor grau de dependência emocional, financeira ou social. A culpa é um dos sentimentos mais recorrentes que podem ocorrer pelas vítimas de relacionamentos abusivos, pois quase sempre o agressor costuma internalizar a culpa na vítima, desqualificando-a, destruindo sua autoestima e aos poucos aniquilando o lado saudável da vida psíquica da pessoa agredida. Este ciclo de violência pode amplificar crenças sabotadoras na vítima, as quais podem dificultar ainda mais sua saída desta relação. Para as vítimas de relacionamentos abusivos o mais importante é identificar o abuso em si como violência. Reconhecer que a culpa não é da vítima e que não há futuro naquela relação desta forma. Agressores têm necessidades de poder e controle e podem em alguns momentos demonstrar pequenas mudanças para que obtenham algum ganho futuro.

Busque uma rede de apoio: familiares e amigos são sempre importantes neste momento, onde você precisará de amparo emocional. Procure uma ajuda profissional: Acompanhamento psicológico pode ser de grande ajuda, visto que pode auxiliar na identificação do problema, no restabelecimento da autoestima e autonomia do indivíduo. E SEMPRE denuncie aos órgãos competentes que orientarão quais medidas serão necessárias, com o fim de preservar sua integridade.

Autor – Luciano Mesquita de Sousa – Psicólogo Especialista em Psicologia Sistêmica e Clínica


terça-feira, 17 de julho de 2018

Cirandas Parceiras “Mediação no Contexto de Violência, é Possível?”


O 2º Encontro de Cirandas Parceiras teve como tema “Mediação no Contexto de Violência, é Possível?”. A facilitadora da palestra, dra. Lúcia Carvalho, educadora, juíza arbitral e mediadora de conflitos trouxe informações importantes no que tange à violência, os envolvidos e as diversas formas de se chegar à conciliação. Ela também propôs formas de se evitar a violência e os momentos de conflito.
O senso comum faz as pessoas pensarem que é impossível viver em paz, principalmente quando todos os dias os jornais evidenciam isso, com manchetes chocantes que exaltam a violência de todas as formas. Mas, pensar soluções de evitar a violência se faz necessário a fim de mudar esse ponto de vista tão viciado na sociedade.
Dra. Lúcia pontuou como formas de se evitar ou resolver conflitos, mudanças comportamentais como a mudança do tom de voz, a escuta atenta ao outro, acolhendo o que ele expressa, sem críticas e sem comentários negativos, ter empatia, sempre a fim de solucionar a problemática trazida pelo indivíduo, valorizando-o em sua condição humana.
Os participantes deste diálogo acharam importante as atitudes e os comportamentos ensinados por dra. Lúcia, mas ressaltaram a dificuldade de colocá-las em prática devido ao hábito de responder de forma nervosa à raiva e aos conflitos.

Os Encontros de Cirandas Parceiras ocorrem justamente neste sentido, vem para dialogar e para fazer luz sobre um tema a fim de desconstruir conceitos e hábitos que não servem mais.

Arraiá do Força Feminina


Eita animação boa!!! O Arraiá do Força Feminina não deixou a desejar para ninguém!!! Foi barraca de selfie, foi amendoim, foi alegria, animação, integração... e tudo de bom!
Ao chegar, as mulheres eram recepcionadas com muita animação e direcionadas a tirar fotos com adereços juninos na barraca do selfie. Todas adoraram.
O Arraiá do Força teve muita música e brincadeiras, onde mulheres e equipe festejaram. Um cordel de São João foi recitado pelos educadores, e em sequência, começaram as brincadeiras: acertar o rabo no burro, dança da laranja. Houve também a grande roda, com as danças da quadrilha.
Festejar o São João, em especial no nordeste, é uma forma de revisitar o passado, pois essa é uma das festas mais queridas do povo nordestino, as casas são preparadas, quadrilhas ensaiadas e roupas são decoradas para se comemorar a festa do milho, da laranja, do amendoim. É nesse momento que a roça está em festa e o coração cheio de gratidão, pois a oração feita em 19 de março, a São José foi atendida e o São João está sendo farto.





Que São José nos atenda sempre e os meses de junho possam ser sempre de festa e gratidão!