terça-feira, 17 de abril de 2018

Cirandas Parceiras “Fraternidade e Superação da Violência”


Realizou-se na tarde do dia 28 de março, na sede do Projeto Força Feminina o Encontro de Cirandas Parceiras com o tema “Fraternidade e Superação da Violência: Vós sois todos irmãos e irmãs” apresentado por Hildete Emanuele – professora e coordenadora da articulação da Ação Social Arquidiocesana em Salvador. Ela transcorreu sobre os diversos tipos de violência, observada e vivenciada todos os dias nas grandes e pequenas cidades, no seio familiar, nas Instituições, contra mulheres e homens, jovens e crianças, adultos e idosos, sobretudo contra a população mais vulnerável. Provocou os participantes a pensarem formas de solucionar essas várias violências e a criar estratégias para a construção de uma sociedade que promova a cultura da paz, da reconciliação e da justiça.



Foi uma roda de conversa, no qual os presentes participaram ativamente, interagiram, trouxeram dúvidas, partilharam suas experiências e  deram depoimentos de como conseguiram superar as violências que sofreram.

Mesmo em momentos de discursos contraditórios e preconceituosos frente a essa temática, a facilitadora soube animar e estimular o público a refletir sob o ponto de vista histórico – cultural, para fazer compreender a origem de certos comportamentos, atitudes e falas preconceituosas e discriminatórias que já estão internalizados e são considerados normais.


Os presentes foram instigados a pensar que cada um é responsável pelo que acontece ao seu redor, que as atitudes individuais repercutem em ações maiores e que cada pessoa pode manter o estado de violência ou de paz a depender da forma como enxerga a si mesmo e ao outro. A todo instante, a professora Hildete Emanuele retomava a proposta inicial de olhar o outro como irmão e irmã.
São em encontros como esse que a rede de combate à violência se forma e se fortalece, principalmente quando outros projetos e seus usuários se tornam multiplicadores.




sexta-feira, 6 de abril de 2018

Celebração do Nascimento de Madre Antônia


A equipe de espiritualidade do Projeto Força Feminina celebrou com as mulheres atendidas o nascimento de Madre Antônia.



Lembrar o nascimento de Madre Antônia é lembrar o nascimento de uma mulher que foi e continua sendo luz na vida das mulheres. Ela deixou sua marca na sociedade ao se preocupar em acolher e dar sentido digno à vida de mulheres que não eram vistas com respeito.

Madre Antônia com sua decisão de aceitar o convite de Padre Serra possibilitou melhoras na vida de muitas mulheres desde o início da formação da Congregação Oblatas até os dias atuais. Em homenagem ao nascimento dela foi feito memória à vida de outras mulheres – mães, amigas, madrinhas, tias, que também levaram força, esperança e luz à vida das mulheres em situação de prostituição e com muito carinho e gratidão, as mulheres atendidas citaram e homenagearam àquelas que foram para elas modelos de esperança e fé.


Viva Madre Antonia!!! Viva!!!


E que sua luz esteja sempre acesa fortalecendo a caminhada de todas as mulheres!



quinta-feira, 5 de abril de 2018

Projeto Força Feminina e Pastoral da Mulher no Fórum Social Mundial 2018

Os trabalhadores sociais do Projeto Força Feminina e da pastoral da Mulher, unidades Oblatas em Salvador e em Juazeiro, participaram do Fórum Social Mundial realizado em Salvador na última semana.


As atividades foram acontecendo em vários locais da cidade. A concentração maior de palestras, tendas e espaços de intervenção artística estava no campus da UFBA em Ondina.


Os trabalhadores sociais se dividiram e participaram de vários espaços de discussão.
É com satisfação que vemos a cidade de Salvador sendo tomada por pessoas interessadas em pensar um novo mundo, com mais justiça social onde todos possam viver em igualdade de gêneros, de direitos, de possibilidades... Que esses encontros sejam mais frequentes e que os frutos deles sejam mais ações sociais e políticas que diminuam as desigualdades e as injustiças que só aumentam a violência entre todos.
Em uma sociedade que não respeita a minoria, todos são vítimas!