quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Homem que estuprava enteada de 10 anos diz que cometia crime porque ela estava "criando corpo"
Padrasto preso em Curitiba alegou que a menina "ficava se insinuando para ele"
Um homem de 34 anos foi preso suspeito de violentar sua enteada de
10 anos em Curitiba, no Paraná. Os estupros foram confirmados pelo próprio
padrasto. Ele alegou que praticava os abusos porque a criança estava “criando
corpo” e, por isso, “ficava se insinuando para ele”.
A
prisão foi feita na manhã desta quarta-feira (25), pela equipe do Nucria
(Núcleo de Proteção à Criança e Adolescente Vítima de Crime), em cumprimento a
um mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável. No momento da prisão
o suspeito estava na residência de seu pai.
Durante
as diligências, a polícia descobriu que o homem violentava a menina há mais de
um ano e que se relacionava com a mãe da vítima há aproximadamente cinco anos.
O caso foi descoberto porque a bisavó da vítima passou a desconfiar dos abusos
que a criança estava sofrendo e compareceu na delegacia para relatar o fato.
A
criança foi submetida a todos os exames periciais em que comprovam a violência
sexual praticada pelo padrasto. O homem vai responder por estupro de vulnerável
e está preso provisoriamente.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Comissária de bordo salva jovem vítima de tráfico humano em voo nos EUA
Redação RedeTV!Com um bilhete no banheiro do avião, a comissária de bordo Shelia Frederick, de 49 anos, ajudou a salvar uma jovem vítima de tráfico humano que seguia viagem entre Seattle e São Francisco, nos Estados Unidos.De acordo com informações da emissora WTSP, a comissária passou a suspeitar que algo estava errado ao reparar no contraste e na tensão entre dois passageiros.
A jovem, entre 14 e 15 anos, estava em estado deplorável e totalmente em silêncio. Mais velho e bem vestido, o homem que a acompanhava era quem respondia toda vez que a comissária se aproximava deles. "Alguma coisa na minha mente me dizia que algo não estava certo", relembra Shelia em entrevista ao canal.
Depois de algum tempo observando os dois, a comissária decidiu pôr um plano em prática: deixar um bilhete no banheiro e, aos sussurros, dizer à jovem para ir até lá. Em resposta, a moça, que estava sendo sequestrada, escreveu que precisava de ajuda.
Certa de que precisava fazer algo, Shelia relatou o caso ao piloto, que imediatamente notificou a polícia. O homem foi preso assim que o avião pousou no aeroporto.
O caso, que aconteceu em 2011, mas só foi narrado em entrevista recente, ainda emociona Shelia , que é comissária há dez anos. Ela afirma que nenhum funcionário deve ignorar esses sinais que podem salvar alguém: "Se você ver alguma coisa, diga algo".
Como deixou seu telefone no bilhete, Shelia manteve contato com a jovem que ajudou a salvar e contou que, atualmente, a moça está fazendo faculdade.
Orangotango usada como prostituta é resgatada de bordel
O assunto abordado nesse post, é mais absurdo do que você possa imaginar. Chega às vias de horror e, sinceramente, questiona até onde vai a mentalidade humana.
Em 2012 aconteceu um caso emblemático de um assunto pouco abordado, mas mais comum do que se imagina. Foi encontrado em um bordel na Indonésia, na cidade de Bornéu, uma fêmea de orangotango toda raspada, com batom e presa em uma cama, sendo vítima de abusos sexuais ao ser usada como prostituta. Sim, você leu certo: Prostituta. Chamada de Pony, ela foi levada após uma operação perigosa, onde a veterinária Karmele Llano afirmou que a equipe de resgate foi ameaçada com facas. Mais de 30 agentes da polícia tiveram que ajudar no resgate.
Essa ilha é uma das três usadas para a reintegração de macacos. Mas a história de Pony não é um caso isolado. O uso de orangotangos para prostituição não acontece apenas na Indonésia, mas também é bem comum na Tailândia. Os traficantes costumam matar as mães e pegar os filhotes para criar nesse ambiente de tortura. Na Ásia, Sumatra e Bornéu, são encontrados vários casos parecidos com os de Pony, senão piores.
A fundação BOS, realiza constantes campanhas em prol da prevenção da extinção desses animais, se você tem interesse em ajudar nesse combate aos maus tratos e prostituição de orangotangos, pode acessar a página oficial dda organização.
Fotos via: Exame e Mural Animal
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
O escancarar da violência de gênero tem relação com o quadro de desmanche social
Ontem, assisti a um filme que aqui no Brasil recebeu o nome de Mundos Opostos. Narra a história recente da Grécia, com destaque especial para a xenofobia e o desespero diante do desemprego supostamente gerado por uma circunstancial crise econômica. O clima de guerra civil, e de divisão entre os bons e maus cidadãos, é o cenário em que três histórias de amor são narradas. Enquanto muitos querem a expulsão dos estrangeiros e o sucesso econômico das empresas, a qualquer custo, outros lutam para sobreviver em um ambiente que lhes é hostil, teimando em apostar nos laços de afeto. Todos demasiadamente humanos. Todos perdidos na infinita solidão da vida contemporânea. Todos irremediavelmente dependentes do afeto do Outro, mas por vezes incapazes de reconhecer a alteridade.
Por Valdete Souto Severo, do Justificando
A narrativa inicia com uma tentativa de estupro, impedida pelo imigrante pobre para o qual os “cidadãos de bem” dedicam apenas seu desprezo. Uma bela sacada. A disseminação do discurso de eliminação da condição humana daqueles com os quais não nos identificamos, construindo muros reais ou simbólicos, tem na mulher um alvo histórico. A violência de gênero é certamente apenas um dos tantos exemplos possíveis, mas é emblemática.
Em 2016, o afastamento da Presidenta eleita Dilma Roussef foi determinado por votos de parlamentares que admitiam a inexistência de crime de responsabilidade, mas ainda assim participavam de uma espécie de catarse coletiva contra a ousadia da (falsa) esquerda que teimava em continuar no poder. Por trás da rivalidade ideológica, os ataques ferozes, em redes sociais, meios de comunicação e conversas de bar, que já vinham sendo reproduzidos e de certo modo estimulados por uma tolerância silenciosa, não eram dirigidos contra seus atos ou supostos erros na condução do país. Dilma estava sendo condenada por ser mulher, reprovada por não se enquadrar no ridículo estereótipo de “bela, recatada e do lar”. Na sessão de votação, um parlamentar, cujo nome nem merece ser reproduzido, exaltou a figura do homem que a torturou, dedicando a ele seu voto em favor do impeachment.
Por mais incrível que pareça, o autor dessa violência real e simbólica segue exercendo tranquilamente seu mister público. Aliás, algum tempo antes disso, ele já havia dito a uma colega parlamentar, que ela era feia e por isso não merecia ser estuprada. A afirmação de que algumas mulheres merecem violência física, ou de que devem ser “avaliadas”, como belas ou feias, que se revela na fala desse sujeito, é já em si um estupro moral, que nos agride a todas.
Recentemente, enfrentei ataques pessoais de desconhecidos que, a pretexto de discordar de uma decisão judicial, investiram com força e fúria contra a imperdoável ousadia de ser mulher. Uma ousadia cujo custo aumenta na proporção da carência econômica. Esta semana, em Porto Alegre, uma menina de 22 anos viu a filha morrer logo depois do nascimento, apesar de ser um bebê saudável. O parto, realizado pelo SUS, foi feito mais de oito horas após o rompimento da bolsa. A ausência de atendimento alterou definitivamente a vida dessas duas jovens mulheres.
O exemplo mais flagrante do que estou aqui enunciando também é recente. A ex-primeira dama Marisa Letícia enfrentou comentários misóginos durante o período em que acompanhou Lula em seus mandatos. Quando internada, passou imediatamente a ser alvo de violência. Sua condição de saúde, divulgada por uma médica em seus grupos de WhatsApp, suscitou comentários agressivos por parte de homens e mulheres que não hesitaram em lhe desejar o pior.
A morte, algo terrivelmente doloroso para todos aqueles que a conheceram e a amaram, e para todos os que reconhecem a dor da perda (para todos que são humanos, portanto), também foi alvo de comentários maldosos e atos de ódio contra Marisa Letícia. Assim como ocorreu em relação aos presos mortos nas chacinas recentes de presídios superlotados, e mesmo contra as mães, irmãs, esposas e filhas que, horrorizadas, buscavam notícias, reafirmou-se o pressuposto de que existem diferentes tipos de seres humanos: eles e nós. Enquanto compartilhamos simpatia e afeto, mesmo que falsos, dedicamos a eles (e sobretudo a elas) desprezo, ódio e violência.
O retorno (ou desvelamento) do ódio xenofóbico e o escancarar da violência de gênero tem direta imbricação com o quadro de desmanche social que estamos experimentando. Violência física contra trabalhadores, trabalhadoras e estudantes, projetos de lei propondo retrocessos que talvez sequer na década de 1990 teriam sido levados a sério, autorização de prisões sem condenação definitiva, campanha pela redução da maioridade penal, proibição de divulgação da lista de quem explora trabalho escravo, conduções coercitivas e delações superpremiadas, extermínio de presos e acidentes suspeitos formam um quadro de asfixia social.
Em um contexto de precariedade de direitos, nossos piores monstros despertam. Daí porque experiências de ódio que pensávamos haver superado, ou pelo menos relegado à condição de algo socialmente reprovável, em razão do sofrimento vivido em tempos recentes, ressurgem com uma força absurda.
Por isso, a despeito do que pensamos acerca do modelo social em que estamos inseridos, é preciso lutar contra o retrocesso. Nenhum direito a menos é a condição elementar para um convívio pacífico, para todos e todas, porque estamos, de algum modo, conectados por nossa necessidade de habitar o mesmo mundo, ainda que ele nos pareça o oposto do mundo do outro.
Valdete Souto Severo é Doutora em Direito do Trabalho pela USP/SP. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Trabalho e Capital (USP) e RENAPEDTS – Rede Nacional de Pesquisa e Estudos em Direito do Trabalho e Previdência Social. Professora, Coordenadora e Diretora da FEMARGS – Fundação Escola da Magistratura do Trabalho do RS. Juíza do trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da Quarta Região.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Mulheres precisam ficar atentas com o aumento das doenças ginecológicas no verão.
As mulheres se preparam o ano todo para o verão. É muita expectativa para a chegada da estação mais quente no ano. Agora, é preciso ter cuidado porque as temperaturas mais quentes e as atividades que costumamos fazer nessa época propiciam o surgimento de doenças ginecológicas que podem prejudicar a toda a sua diversão.
Os maiores problemas são ocasionados pela mudança do ambiente ginecológico causada pelos hábitos adotados durante as atividades típicas da estação. Uma delas é o uso de calcinhas de tecido sintético, juntamente com trajes apertados, o que pode ser mais ainda mais prejudicial em dias quentes. Essas peças abafam muito a área genital, aumentando a temperatura e a umidade. Outro problema é que as mulheres costumam ficar muito tempo com trajes de banho molhados, contribuindo para alterações nas condições físicas da região e proliferação de micro-organismos prejudiciais à saúde.
Tudo isso gera um desequilíbrio na flora vaginal, aumentando a chance do desenvolvimento de doenças como a candidíase.
Boas alternativas para evitar a candidíase é escolher tecidos mais leves, levar na bolsa sempre um traje de banho extra e consultar o seu ginecologista caso observe alguma alteração.FONTE: http://www.clinicaidem.com.br/mulheres-precisam-ficar-atentas-com-o-aumento-das-doencas-ginecologicas-no-verao/
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